Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007

Novo Espaço para o "seBASTIÃO"!

A falta de espaço livre no SAPO obriga-me a Mudar para novo Espaço:


http://ssebastiao.wordpress.com/ , é a nova Morada deste Forum de Amigos... O velho espaço será mantido e terá correspondências com o novo Lugar.

publicado por aalmeilda às 19:20
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Domingo, 19 de Agosto de 2007

Estacionamento Eleitoral!!!

pBonet.jpg


Já passaram dois anos sobre os votos... O problema maior da cidade: O Estacionamento, merece a resposta que a imagem documenta!


No espaço poeirento e provisório quem estaciona?


Apenas quem não usa viatura ou a lave todos os dias! São pouquíssimas as viaturas que lá estacionam... o condutor tem amor à sua propriedade!


Foi este Parque que mereceu outdoor eleitoral onde se afirmava ser resolvido o maior problema do comércio... Foi esta a maior iniciativa da Junta de Freguesia no anterior mandato, para isto serviu o "grande poder negocial" do Sr. Presidente?


- Não se "esforcem" tanto, façam bem e para durar!

publicado por aalmeilda às 10:31
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Biografia de Miguel Torga- Contributo de um visitante do Blog!

Torgad.jpg


Com o agradecimento do "seBASTIÃO" e promovido a conteúdo, aqui vai o comentário do António Simão:


BIOGRAFIA

Escritor português natural, de São Martinho de Anta, Vila Real. Proveniente de uma família humilde, teve uma infância rural dura, que lhe deu a conhecer a realidade do campo, sem bucolismos, feita de árduo trabalho contínuo. Após uma breve passagem pelo seminário de Lamego, emigrou com 13 anos para o Brasil, onde durante cinco anos trabalhou na fazenda de um tio, em Minas Gerais, como capinador, apanhador de café, vaqueiro e caçador de cobras. De regresso a Portugal, em 1925, concluiu o ensino liceal e frequentou em Coimbra o curso de Medicina, que terminou em 1933. Exerceu a profissão de médico em São Martinho de Anta e em outras localidades do país, fixando-se definitivamente em Coimbra, como otorrinolaringologista, em 1941.

Ligado inicialmente ao grupo da revista Presença, dele se desligou em 1930, fundando nesse mesmo ano, com Branquinho da Fonseca (outro dissidente), a Sinal, de que sairia apenas um número. Em 1936, lançou outra revista, Manifesto, também de duração breve.

A sua saída da Presença reflecte uma característica fundamental da sua personalidade literária, uma individualidade veemente e intransigente, que o manteve afastado, por toda a vida, de escolas literárias e mesmo do contacto com os círculos culturais do meio português. A esta intensa consciência individual aliou-se, no entanto, uma profunda afirmação da sua pertença à natureza humana, com que se solidariza na oposição a todas as forças que oprimam a energia viva e a dignidade do homem, sejam elas as tiranias políticas ou o próprio Deus. Miguel Torga, tendo como homem a experiência dos sofrimentos da emigração e da vida rural, do contacto com as misérias e com a morte, tornou-se o poeta do mundo rural, das forças telúricas, ancestrais, que animam o instinto humano na sua luta dramática contra as leis que o aprisionam. Nessa revolta consiste a missão do poeta, que se afirma tanto na violência com que acusa a tirania divina e terrestre, como na ternura franciscana que estende, de forma vibrante, a todas as criaturas no seu sofrimento. Mas essa revolta, por outro lado, não corresponde a uma arreligiosidade ou recusa da transcendência.
A sua obra, recheada de símbologia bíblica, encontra-se, antes, imersa num sentido divino que transfigura a natureza e dignifica o homem no seu desafio ou no seu desprezo face ao divino. A ligação à terra, à região natal, a Portugal, à própria Península Ibérica e às suas gentes, é outra constante dos textos do autor. Ela justifica o profundo conhecimento que Torga procurou ter de Portugal e de Espanha, unidos no conceito de uma Ibéria comum, pela rudeza e pobreza dos seus meios naturais, pelo movimento de expansão e opressões da história, e por certas características humanas definidoras da sua personalidade. A intervenção cívica de Miguel Torga, na oposição ao Estado Novo e na denúncia dos crimes da guerra civil espanhola e de Franco, valeu-lhe a apreensão de algumas das suas obras pela censura e, mesmo, a prisão pela polícia política portuguesa.

Contista exímio, romancista, ensaísta, dramaturgo, autor de mais de 50 obras publicadas desde os 21 anos, estreou-se em 1928 com o volume de poesia Ansiedade. Também em poesia, publicou, entre outras obras, Rampa (1930), O Outro Livro de Job (1936), Lamentação (1943), Nihil Sibi (1948), Cântico do Homem (1950), Alguns Poemas Ibéricos (1952), Penas do Purgatório (1954) e Orfeu Rebelde (1958). Na ficção em prosa, escreveu Pão Ázimo (1931), Criação do Mundo. Os Dois Primeiros Dias (1937, obra de fundo autobiográfico, continuada em O Terceiro Dia da Criação do Mundo, 1938, O Quarto Dia da Criação do Mundo, 1939, O Quinto Dia da Criação do Mundo, 1974, e O Sexto Dia da Criação do Mundo, 1981), Bichos (1940), Contos da Montanha (1941), O Senhor Ventura (1943, romance), Novos Contos da Montanha (1944), Vindima (1945) e Fogo Preso (1976).

É ainda autor de peças de teatro (Terra Firme e Mar, 1941; O Paraíso, 1949; e Sinfonia, poema dramático, 1947) de volumes de impressões de viagens (Portugal, 1950; Traço de União, 1955) e de um Diário em dezasseis volumes, publicado entre 1941 e 1994. Notável pela sua técnica narrativa no conto, pela expressividade da sua linguagem, frequentemente de cunho popular, mas de uma força clássica, fruto de um trabalho intenso da palavra, conseguiu conferir aos seus textos um ritmo vigoroso e original, a que associa uma imagística extremamente sugestiva e viva.

Várias vezes premiado, nacional e internacionalmente, foram-lhe atribuídos, entre outros, o prémio Diário de Notícias (1969), o Prémio Internacional de Poesia (1977), o prémio Montaigne (1981), o prémio Camões (1989), o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (1992) e o Prémio da Crítica, consagrando a sua obra (1993).

publicado por aalmeilda às 19:47
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Domingo, 12 de Agosto de 2007

100 anos de Torga... Liberdade!

Miguel_Torga.jpg


«Ser livre é um imperativo que não passa pela definição de nenhum estatuto. Não é um dote, é um Dom» (Miguel Torga)


Nasceu em 12 de Agosto de 1907 em São Martinho de Anta...

publicado por aalmeilda às 08:20
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

Do rico espólio documental... nada disse!

ARQCAV.jpg


O Sr. Presidente da República deu-nos a honra da presença no acto inaugural do Arquivo Histórico Municipal. Realçou o contributo que passa a ser dado para a "modernização administrativa", a facilidade de consulta de documentos que podem ajudar a solucionar contendas e a conveniência de guarda dos documentos das empresas e associações...


Sobre o espólio documental valioso e antiquíssimo, necessitado de adequadas condições de guarda e conservação nada disse. Porque não soubesse ou porque não fora disso informado!


A comunicação social presente apresentou-se mais interessada em ouvir Cavaco Silva sobre os direitos dos jornalistas e a liberdade de imprensa.


Assim decorreu a inauguração, numa sala apinhada de individualidades e, alguns poucos, munícipes.

publicado por aalmeilda às 19:58
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Domingo, 5 de Agosto de 2007

"Tomada do Castelo"... descobrir a Porta!

Uma advertência ao Alcaide feita em 2005 pela candidatura que fiz à freguesia de S. Sebastião usou a simbólica expressão: "Ou olham para nós ou teremos que tomar o Castelo!". Passados são mais de 2 anos... Eis que descobrimos a Porta!


Está-se por estes dias a escrever a História, sendo muitos e valiosos os achados que enriquecerão o nosso património.


Na inauguração do Arquivo histórico Municipal o nosso Alcaide centrou no Património a sua intervenção e fez bem! Lamentavelmente esqueceu a vertente humana do património e ao fazê-lo apossou-se de todos os louros do trabalho de muitos que lhe deixaram a "papinha pronta" ou lhe oferecem dia-a-dia o trabalho voluntário que possibilita a presente capacidade de achar.


No património estamos bem e agora S. Sebastião também recebeu algum, mas é muito pouco para a presente capacidade de fazer e pagar. Há muitas outras e urgentes necessidades que o Sr. Alcaide conhece. Eu, como já descobri a Porta do Castelo, vou nos próximos dias indicar-lhe essas necessidades urgentes para que as satisfaça e assim evite a "Tomada do Castelo"!

publicado por aalmeilda às 21:25
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Inauguração Amanhã!

Arq.jpg


Finalmente... O Arquivo Histórico Municipal vai ter casa condigna!


Será inaugurado com a dignidade que merece pelo mais alto dignatário da Nação, junto reconhecimento da importância do valioso espólio documental que vai guardar!


Estarei lá pelas 17,00h, para me associar a este grande momento para a nossa freguesia, para o concelho de Loulé e para o país. Para o país sim, os mais antigos registos manuscrito portugueses vão lá ficar guardados!


Irei estar lá, também, para ouvir os discursos... Este é um caso que prova que uma cidade não para quando o poder muda de mãos!


Resumindo: Esta obra foi pensada, projectada e orçamentalmente viabilizada por Vitor Aleixo; reformulada e executada por Seruca Emídio.


Vou lá estar com gosto e espero ouvir uma história bem contada!


Além do "seu a seu dono", a obra é nossa: Vamos aparecer e recebê-la!

publicado por aalmeilda às 21:16
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

Vem à Terra o mais ilustre dos louletanos!

Cavaco.jpg


No próximo sábado, dia 4 de Agosto o Presidente da República vais andar por Loulé. Vai caminhar pelas ruas misturado com as gentes...


Vai inaugurar o Arquivo Histórico Municipal que guarda os documentos que fizeram e farão a história de Loulé, aí estará institucionalmente com Presidente da República.


Pela tarde, como irmão, estará na Exposição de Pintura de António Cavaco Silva, patente na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo...


Este filho de Boliqueime prova que a austeridade e liderança são qualidades eleitas pelos portugueses. Pois após dois governos sucessivos bem distintos foi penalizado pela política de austeridade e autoritarismo que praticou sendo acolhido após o longo e cauteloso silêncio e feito Presidente, por larga maioria, dos Portugueses. Não surpreende pois o apoio que dá ao actual Primeiro Ministro!


Esperamos que transmita ao Governo as dificuldades que estamos a sentir nesta região cuja actividade económica estagnou e, quase, se limita ao turismo.


É o mais ilustre de todos os louletanos!


 

publicado por aalmeilda às 19:10
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007

Silêncio à espera de Agosto!

Ruina.JPG


Fiz praia antes da enchente, eis a razão da pausa na escrita!


Voltando aos assuntos da freguesia, vou insistir no Convento Santo António...


860.000 euros já lhe foram destinados, assim aprovou a Assembleia Municipal. Apenas desejo que seja a última injecção de dinheiros públicos numa entidade privada de utilidade pública. Deixe de ser "a minhoca no anzol"!


Desejo que este novo património municipal seja utilizado para eventos de relevo que o projectem no nosso respeito e justifiquem o muito que nele teremos que gastar.


Aceito que se faça um esforço orçamental escalonado por vários anos porque este Convento se situa num local nevrálgico desta Cidade a necessitar de ser estudado e requalificado.


Apesar do muito que já se escreveu sobre o tema, solicito que deixem a vossa opinião sobre o que no Convento se pode fazer e o que nele se pode gastar.


 

publicado por aalmeilda às 20:16
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

A uma Boa Notícia ofereço uma Ideia!

CHAF.jpg


Ei-lo de volta à Rua Ancha, limpo e pintado!


Um dos símbolos da distribuição de águas às populações, o Chafariz pode ter diversas formas e estéticas, como símbolo da sua época encerra emoções e sentimentos dos tempos vividos.


Loulé deve, com justiça, assumir-se: Terra de Água!


A criação das "Rota das Águas" pode ser um poderoso pretexto para promover as caminhadas de lazer pela Cidade e pode constituir o orgulho dos louletanos.


Basta que sejam repostas "em seu sítio" após recuperadas, as peças de mobiliário urbano de abastecimento de água.


Aplaudo os arranjos exteriores do Arquivo Municipal de Loulé, como caso de sucesso na recuperação do património arquitectónico degradado. Aqui houve cuidado!


(É pena que a sombra apenas possa estar de volta daqui a anos!)

publicado por aalmeilda às 17:08
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