Sexta-feira, 12 de Agosto de 2005

Desqualificada Freguesia!

Corr.jpg


No meio de toda a amalgama, socata e manchas de gasóleo é difíci reconhecer um sinal de progresso nesta zona urbana da freguesia.


Ali no meio uma estação de Correios. Coisa ainda recente, disponibilizou apartados e assegura o processamento da distribuição da correspondência. Não fora a carta registada que temos que lá levantar e nem saberiamos que este serviço ali existe!


Ora ali mesmo ao lado está candidata a aprovação uma unidade hoteleira.


A proximidade da entrada na cidade de Loulé garante procura para estes alojamentos, mas quanto à envolvente urbanística muito haverá para melhorar.


Quanto a mim, é urgente que se definam critérios de renovação urbana para a zona que prevejam e orientem o investimento privado na zona e não ignorem os necessários equipamentos sociais qualificantes.

publicado por aalmeilda às 23:53
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6 comentários:
De Ruiva a 14 de Agosto de 2005 às 02:19
Peço desculpa a quem tenha ficado eventualmente melindrado com a troca de nomes do convento de Santo António. Desde pequenina que o meu pai lhe chamava o Convento dos Ciganos, posteriormente começou a chamar-lhe Convento de S. Francisco (e eu acreditei), e hoje, quando li a nota de António Almeida acerca da troca de nomes do supra citado convento, o meu pai disse chamar-se Santa Clara. Vá-se lá saber porquê…


De Artur a 13 de Agosto de 2005 às 20:08
Não sei dizer quando será aberto, mas desconfio que vai ser uma semana antes do voto, para a malta não esquecer ;)


De Porfrio Martins a 13 de Agosto de 2005 às 19:26
Alguém me sabe informar quando abre o Parque de Estacionamento Charles Bonnet?
É que eu acho que depois dessa abertura tem que haver uma "guerra" ao estacionamento nos passeios!


De Antnio Almeida a 13 de Agosto de 2005 às 19:17
Ruiva, o Convento que referes é de Santo António. Quanto ao mais... penso como tu! Em breve, assim que obtenha informação sobre o "Boulevar" e "Unidade Hoteleira" que a CML diz ter projectados para o local, tratarei dessa entrada na cidade. Espero que então participes na discussão como é teu timbre.


De Ruiva a 13 de Agosto de 2005 às 18:00
O desrespeito por obras do passado começa a ser evidente na cidade de Loulé. Logo à entrada desta, aquando se vem no sentido Boliqueime/Loulé, temos como símbolo emblemático, o Convento de S. Francisco. Infelizmente, deparamo-nos com um edifício parcialmente em ruína, pondo em perigo de vida quem por ali passa, em especial, aos sábados – dia de feira – onde se verifica uma grande aglomeração de pessoas. Ainda que parte do Convento – a igreja – esteja reconstruído, com algumas soluções bastante felizes (a meu ver) – nomeadamente deixar desnudada a parede exterior que sustenta a cúpula, outras há, que oferecem perigo eminente de derrocada (o lado esquerdo da fachada principal). O IPAR deveria ser fortemente pressionado por forma a tomar medidas urgentes. Não creio que a solução seja a reconstrução total do edifício, mas a solidificação das paredes em ruína. As ruínas também podem ser belas e mantidas de pé desde que devidamente conservadas, senão veja-se o emblemático Convento do Carmo (estilo gótico), em Lisboa, que ficou parcialmente destruído aquando o terramoto de 1755. Quando se torna descabido a sua reconstrução, devido à complexidade da ruína, deve-se optar pela sua conservação e preservação. Há conventos que actualmente têm funções diferentes para as quais foram erigidos – o Convento de S. Francisco (séc. XVII) em Lisboa – que tem desde o século XIX a cargo a Faculdade de Belas Artes de Lisboa (antiga E.S.B.A.L.). É minha convicção que se deve preservar sempre todos os testemunhos do passado e dar-lhes “vida”, dando-lhes a sua função inicial ou outra, se necessário e imperioso for. Assim se faz História…


De Ruiva a 13 de Agosto de 2005 às 04:08
As entradas das cidades são o retrato das mesmas. Reflexo da má gestão camarária, condenadas ao abandono, estas pequenas parcelas da cidade caem no esquecimento de quem por ali passa. A degradação vai-se impondo e sobrepondo à nossa vontade, que impotentes, assistimos à sua ruína. A sua fiscalização – a cargo da Câmara – tarda em chegar, tapa-se os olhos ao que está legislado, deixa-se de se reparar e conservar as fachadas dos edifícios (previstas de 8 em 8 anos). Este é o quadro, ainda que muito negro, da nossa realidade. Gasta-se onde não se deve, gasta-se onde se pode gastar – no supérfluo, no imponente, no megalomanismo. É este o “cartão de visita” que queremos dar a quem nos visita?




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