Segunda-feira, 25 de Julho de 2005

Apoiar a Pequena Indústria

IN_CIM.jpg


Ali na E.N. 270 ao voltar para a Estrada da Cimpor, está a fabricação de derivados de cimento para a construção civil.


O Agostinho, homem lutador e determinado, criou a partir do zero, o seu negócio. Foi pioneiro e rapidamente viu reconhecida essa visão estratégica. Localizou-se no percurso dos transportadores de cimento que assim, passaram a juntam blocos e vigas ao transporte.


Uma ideia de negócio a apoiar! Que precisa ampliar a área de fabrico para terreno já adquirido, tem sido esta pretensãoreprovada pela autarquia.


Temos que ter melhores respostas para quem trabalha e faz trabalhar!


A autarquia não pode ser um embaraço ao progresso, tem que buscar soluções!

publicado por aalmeilda às 18:29
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23 comentários:
De Ruiva a 2 de Agosto de 2005 às 20:32
António Almeida, já falei com a filho da referida senhora e pedi-lhe que a informasse que te deve contactar com a maior brevidade. Agradecida pela tua disponibilidade


De Antnio Almeida a 31 de Julho de 2005 às 12:03
Ruiva, preciso que a Srª marque novo encontro! Está no tempo certo.


De Ruiva a 30 de Julho de 2005 às 23:24
António Almeida e jc, apenas uma pequena rectificação, não é um familiar, mas sim uns grandes amigos, que foram “burlados” com os terrenos que falei a algumas semanas. Outra rectificação, eles não desistiram à primeira, como podem ler na minha denúncia, há vários pedidos ao longo de vários anos e sempre indiferidos (os quais transcrevo parte da resposta dada pela CML). António Almeida, se puderes fazer alguma coisa por eles, agradeço-te desde já. Enviei-te um email com os dados e os contactos deles à cerca de 2 dias. Votos de continuação de um excelente trabalho, como este de mediar estes bloguistas, que por vezes, fervilham em pouca água.


De Antnio Almeida a 30 de Julho de 2005 às 11:51
Ora aí está "jc" transparência no estudo e na decisão. Cidadania e honestidade do cidadão para com a administração. Direito ao contraditório. Precisamos todos de alterar condutas e criar um novo modo de estar... Nem tudo pode ser permitido, nem tudo pode ser impedido! Grato pela contribuição que vai dando nestes debates e quanto aos exemplos, pouco desenvolvidos que aqui vamos trazendo, p.f., compreenda são duvidosos mas não tenho facilidade em chegar à informação toda. Portanto... fico com dúvidas e suspeitas... mas não afirmo nada decisivo porque não posso! há que garantir o direito à informação e aí teremos: a transparência.


De jc a 29 de Julho de 2005 às 23:47
Caro amigo Almeida nunca no meu caso me apercebi de algum desfavor ou má vontade apenas achei que os tecnicos quiseram apenas se certificar das verdadeiras razoes por mim invocadas, nunca encontrei má vontade mas sim uma burocracia monstruosa, mas amigo Almeida não quer que eu sem conhecer os casos esclareça os casos em apreço pois não do tipo de falar sem saber do que falo, mas se a lei estaria com eles porque não apelam aos orgaos competentes


De Antnio Almeida a 29 de Julho de 2005 às 21:02
jc(e não JC),Bom conselho - não desistir! Concordamos todos. Mas, se quem aprecia os pedidos errar ou não quiser facilitar? Se esse não tiver uma postura amigável? Se estiver, simplesmente apostado em atrasar, atrasar, cansar? Acho importante a denúncia da habilidade, muito praticada, do titular das razões concedidas sair de cena logo após e entrar em cena o real proprietário/comprador! Mas sabe que para nosso mal essa habilidade é usada vezes demais e não é verificada? há aqui responsabilidades de várias partes...
Mas, não ficam com a sua interpretação esclarecidos os casos do familiar da Ruiva nem da Mansão Parafusos... Ouvidos moucos e favores a amigos podem sair do mesmo decisor e perante o mesmo PDM (e a mesma RAN).


De jc a 29 de Julho de 2005 às 19:31
Caros amigos, esta questão das rezões ponderosas é um verdadeiro pau com dois bicos , se por um lado deveria premitir aos residentes que devem fazer prova de não terem mais nenhuma alternativa viavel permite outros desvarios , mas não podemos por todos os casos de razoes ponderosas como favores pois eu em 1995 pedi, fiz prova e foi-me aprovado um projecto nessa base, onde hoje vivo , mas sei que não foi façil mas batalhei e consegui, o que se passa por vezes e o que se pode ter passado com esse familiar da Ruiva foi que o pedido de viabilidade não tenha sido devidamente fundamentado independentemente de ser um caso onde seria aplicavel, assim sucede que por vezes quem pede a citada viabilidade desiste facilmente cedendo á burocracia, acabando por vender os terrenos a outros que depois exploram a fundo o que a lei diz acabando por ver o projecto aprovado, ficando o primeiro com a ideia de ter sido por cunha ou afins, por outro lado dizia é por vezes usado abusivamente por alguns que preenchendo o exijivel vendem o imovel logo apos a conlusão do mesmo fintando o veradeiro espirito da lei, qual solução??? acabar com as razoes ponderosas???? primitir a construção em todo o lado???? acredito não ser façil ser encontrado um meio de, sem prejudicar os verdadeiros merecedores das ditas razoes ponderosas evitem os patos bravos de violarem o espirito que a lei tem de bom, primitindo aos jovens "fujirem" das cidades, assim pelo que postei não teçam considerações sem serem fundamentadas sobre favores a este ou aquele, se tencionam construir com base em razoes ponderosas, façam como eu, não desistam, se forem cumpridos todos os requisitos os serviços de certo nada obstarão a ser autorizada a respectiva licença mas usem todos os meios legais ao vosso dispor


De Ruiva a 28 de Julho de 2005 às 17:43
AH, AH, AH, são as primeiras gargalhadas do dia! (muitos aplausos) Há muito tempo que não me divertia tanto!!! Com estes “ à partes” do Saraiva e do Artur, a apimentar e a transformar o (a) nosso (a) Orangina numa verdadeira laranjada, este dia sombrio parece agora bastante soalheiro.


De Artur a 28 de Julho de 2005 às 09:48
Orangina! Olha concordo com tudo o que acabou de postar o "saraiva" e mais, sobre perda de mandato toma lá esta e vai verificar: Em Vale Judeu vai surgir uma imponente manção para residência de 2 jovens! Para que não digas que não sabes quem são eu digo: Filho de José Coelho (parafusos) e filha de construtor (não precisas do nome, deves ter ido ao casamento)! Mas há mais: Aprovaram este projecto por "razões ponderosas", são agricultores dizem (rissssos de Constantino/Vinilconsta)!
Diz lá se não se esticou a lei e contornou o PDM?
Diz lá agora quem vai perder o Mandato?

Sabes Orangina, os outros também sabem coisas!
Talvez te fale dos armazens do Ludo... queres?


De saraiva a 28 de Julho de 2005 às 04:00
PARA A RUIVA: Estás chateada só porque eles dizem que te conhecem? Pois que lhes faça muito bom proveito. A mim, não me chateia nada não te conhecer, desde que continues a por a cruzinha encarnada em cima dos erros dos oranginas e companhias.
E já agora, uma resposta para o TITO: pois essa história de Quarteira já é conhecida. Mas também a história do Zé dos Parafusos fazer negócio à conta da Junta é... Houve um processo, e o que é que deu? O homem continuou na Junta e a Lei também diz que isso dá perda de mandato. Mas, voltando aos negócios da família «parafusos»: que me dizem vocês sobre um negócio de outdoors que foi entregue, sem concurso nem nada ao filho do tal presidente da junta? Esse é um dos segredos da Câmara de Loulé? Não se pode saber quanto já foi pago pelo aluguer dessa floresta de outdoors? Se calhar, só se vai saber quando se souber, ao certo, ao certo, quanto custou a «marca Loulé», ou porque não foi esse processo a concurso ... Mistérios louletanos


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