Quinta-feira, 30 de Junho de 2005

o Festival Med e S. Sebastião

Med2.jpg


Bem trabalhou o Joaquim Guerreiro para pelo segundo ano pôr de pé o Festival.


Ora amigo Joaquim, como sabes,não há bela sem senão. Pois cá vão alguns:


1- Apenas S. Clemente é presenteada com a Festa;


2- Encerramento de trânsito 24 horas de cada dia, é excessivo e pode por em causa a operação de socorro e constitui exagerado prejuízo para os comerciantes;


3- A Rua de S. Paulo e imediações sofre muito com o ruído e nada ganha com a Festa;


4- Não foi considerado qualquer reforço de estacionamento, mesmo que provisório.


Coisas a melhorar na 3ª edição!

publicado por aalmeilda às 23:38
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6 comentários:
De Antnio Almeida a 5 de Julho de 2005 às 19:24
Clemente, esses aspectos que retirou do 1ºpost, não tiraram o brilho à festa, são os pequenos "senão" de qualquer coisa bela. Vai seguramente haver 3ª edição, venha cáe nessa altura confira que a tal Rua que diz dividir as freguesias não está no meio da Festa, mas sim no "muro" da Festa.


De De Clemente a 4 de Julho de 2005 às 23:38
1- Apenas S. Clemente é presenteada com a Festa;
A RUA QUE DIVIDE AS FREGUESIAS ESTAVA NO CENTRO DE FESTIVAL (SEGUNDO ME FOI EXPLICADO POR UM FAMILIAR MEU QUE LÁ VIVI Á MUITOS ANOS)


2- Encerramento de trânsito 24 horas de cada dia, é excessivo e pode por em causa a operação de socorro e constitui exagerado prejuízo para os comerciantes; AQUELE LOCAL TEM TRASITO FECHADO Á MUITO TEMPO (TIRANDO É CLARO CARGAS E DESCARGAS)


3- A Rua de S. Paulo e imediações sofre muito com o ruído e nada ganha com a Festa; (É IMPOSSIVEL HAVER FESTA SEM BARULHO. ATÉ ÁS 01H30 DURANTE A SEMANA E ATÉ AS 03H00 AO FIM DE SEMANA NÃO INCOMUDOU NINGUEM)(O MEU AVO QUE É VELHOTE FICOU TODO CONTENTE)

4- Não foi considerado qualquer reforço de estacionamento, mesmo que provisório. NÃO SEI SE FOI OU NÃO MAS SEMPRE SE PODIA CONSTRUIR UM ATERRO PARA CARROS DE PROPÓSITO... ESTE QUARTO PONTO ASSIM COMO OS OUTROS SÃO NULOS.

Infelizmente por estar fora não pode presenciar o MED mas segundo familiares aqui foi muito agradável e pelo que vejo aqui discutido também. Quando se discute o nome do festival e não se fala no resto então é porque o festival foi muito bom. Espero no próximo ano assistir. Concerteza vai haver outra edição.



De eduardo a 3 de Julho de 2005 às 16:24
Viva, Paulo! Não questionei o valor dos artistas, note bem. Que a iniciativa é boa, também não neguei. Apenas que o nome escolhido para o festival leva as pessoas a tomar gato por lebre. Se o convidassem para uma churrascada e, ao chegar, lhe servissem sardinhada, por muito que goste de sardinhas, o meu caro Paulo ia ficar com um certo sentimento de frustração. O que não quer dizer que não se banqueteasse com a sardinhada e até, provavelmente, iria ficar agradecido por lhe terem servido sardinhas em vez de febras de porco. É aí - e apenas aí - que assenta a minha observação anterior. Quando alguém vai a um evento à espera de escutar música do Magrebe, da Tunísia, do Egipto, da Itália, da Grécia, da Palestina ou de Israel e lhe servem forró do sertão brasileiro... não acha que tem razão para se sentir frustrado? Pessoalmente, prefiro o reggae ao poili grego... Mas eu não podia ou devia (e alguém podia?) desejar que num festival do Mediterrâneo lhe «servissem» música tropical, rock e outros géneros que por lá passaram. Provavelmente, o que está mal é o nome «da coisa». Chamem-lhe animação do espaço histórico da cidade (excelente idéia, a continuar) chamem-lhe festival da alegria, da juventude, da música... qualquer coisa, mas não «Med»... Percebe o meu desabafo, Paulo? Não tem nada com políticas. Tem com verdade, com legitimidade. De resto, já não é a primeira vez que no Algarve se organizam festivais de música mediterrânica. Sempre excelentes, aqueles a que assisti. Mas foi a primeira vez onde, de autenticamente mediterrânico, tivemos a música do Eduardo Ramos e o flamenco e, com boa vontade, o fadinho de Lisboa. Portanto, o objectivo número um, o da animação da cidade velha e criação de espaço de convívio estival, não sofrem beliscadura. Nem isso eu tinha posto em causa. Só a filosofia «med»... é que foi um logro. No meu entender, claro.


De Paulo a 3 de Julho de 2005 às 15:24
Realmente, o que é detestável na politica é atirarem a esquerda e direita, só por mero exercício de uma "oposição"?, existe?
O festival MED com os seus defeitos e virtudes, é inquestionavelmente uma excelente organização da CML, contra factos não há argumentos, está muito bem e recomenda-se, agora é só esperar que acabem em definitivo com o Carnaval de verão, espero que continuem com este espírito de inovação, Loulé agradece.
O facto de ter um cartaz abrangente mesmo com um brasileiro, demonstra que foi feita uma boa selecção de bons nomes da senda musical, até hoje foram todos muito bons, os terrakota então, foram excelentes; de Portugal só temos o Algarve com relação directa à bacia mediterrânica, no entanto tivemos ontem à noite os excelentes gaiteiros de Lisboa, que tal como o povo brasileiro lucrou com a expressão mediterrânica que nós algarvios passamos para todos eles, não seja xenófobo Sr. Eduardo, qualquer musico é bom desde que apresenta qualidade, tal como o Tom Zé demonstrou no seu trabalho musical, chama-se a isso FUSION MUSIC, tenho a certeza que se conhecer melhor o trabalho dele, mudará radicalmente de opinião; existem outras coisas que valerão a pena questionar este fraco executivo, na questão cultural será muito complicado senão mesmo despropositado, eles teem feito bom trabalho.
Saudações Louletanas.


De Antnio Almeida a 3 de Julho de 2005 às 12:49
Sendo a lingugem musical universal, pode veicular as palavras em todos os idiomas ou nenhum, apenas sons. Assim, neste último caso teriamos ritmo e sons. O relevante é a latitude em que isso se passa e as culturas/vivências que trepassam; o modo como se ocupa o espaço urbano, a animação de rua, o calor dos afectos e... as conversas, usos e costumes próprios do Sul. O Festival MED está para lá das palavras cantadas, essas criam o fundo de sons que enchem as ruas. O Med é a vida, a liberdade, a partilha que que lá está sente e partilha. O MED somos nós. Pode parecer poesia o que digo, pois é verdade ele é poesia, é sonho´, é sul, é Algarve. É universalidade.
É isto que penso do Festival Mediterrânico. Viva o Med! Tenho dito!


De eduardo a 3 de Julho de 2005 às 03:26
Festival Mediterrânico? Segundo o comunicado da CML, isto é o começo do «world music» (eles é que dizem, pronto) e estão muito contentes porque a música mediterrânica é interpretada por brasileiros (mais?!) que trazem a Loulé o «tropicalismo» (são eles que dizem!) e o forró! Música mediterrânica, come se vê. Mas ficam ainda mais contentes quando os artistas escolhidos trazem para o festival... o reggae - que, como toda a gente sabe, é proveniente da bacia mediterrânica... Ai Bob Marley, afinal, onde nasceste tu?
Mediterranismo singular, o da CML!


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